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quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

A VERDADE SOBRE O CORAÇÃO!


Alguns cientistas pesquisadores revelam que o coração libera uma energia num raio de até 3 metros e o cérebro num raio de apenas um palmo. 
A história é marcada por contos que fazem as pessoas valorizarem oi coração como fonte do amor, e outras emoções, o coração é narrado por poetas, cantores e pessoas apaixonadas com muita ênfase, mas...
O coração é "apenas" uma bomba que distribui o sangue para o corpo. É claro que essa é uma função importante, mas pode ser substituída por um aparelho, atualmente existe um grande desenvolvimento especializado em transplantes e, se necessário, até mesmo de coração, ou ainda, pode-se viver com próteses desse órgão. Agora o cérebro é que merece todo o crédito, as emoções são processadas nele, especialmente no sistema límbico, que libera informações ao coração, e ao corpo que alguma situação é prazerosa, por exemplo, no caso do amor, o coração que começa a bater mais forte é apenas porque o cérebro fornece a aceleração neurológica onde a "informação" de necessidade de mais bombeamento de sangue, é necessária, fazendo assim que o coração acelere suas batidas, mas como percebemos apenas o coração acelerar, discriminamos que essa emoção parte no coração.
É o encéfalo que administra as emoções e a razão. Ele é o grande "diretor" das funções de todos os órgãos. Através dele, e não do coração, podemos sentir amor, prazer, satisfação entre outros fatores.
Não devemos esquecer que nosso coração bate mais forte também com exercícios físicos e nem por isso estamos apaixonados. 
Ficaria estranho falar: meu sistema límbico está canalizando meu amor a você, então, cientes do que realmente é o coração, podemos continuar a dizer de forma errada "meu coração, não sei porque, bate 'feliz' quando te vê", porém agora sabemos o motivo dele bater "feliz".

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

10 PASSOS PARA DESTRUIR OS FILHOS E OS MEIOS DE BLOQUEAR ESSAS AÇÕES!


Muitos pais e responsáveis levam os filhos para psicoterapia por diversos tipos de demandas. Na maioria dos casos, os conflitos são gerados pelos próprios pais, e os prejudicados na história acabam sendo os filhos. 
Os pais não se dão conta de que os conflitos que vivenciam desembarcam nos filhos. Apresenta-se aqui 10 típicos comportamentos que DESTROEM a saúde psíquica e afetiva dos filhos, e os meios para bloquear essas ações que podem se tornar aversivas ou coercitivas:


1-DEMONSTRAÇÃO DE AFETO MAIS A UM DO QUE A OUTRO FILHO: Não se pode dispensar o amor e o carinho aos filhos. Os pais são diferentes e respeitar essas diferenças é fundamental. Não é construtiva a relação onde os pais demonstram mais afeto a um filho do que a outro, tanto para quem recebe o afeto, quanto para o filho que não recebe. Os pais devem cuidar para que não sejam injustos com algum dos filhos seja dando afeto ou privando-o, assim, evitar comparar um filho com o outro já é um bom começo.

2- ESTRESSE- Obviamente não dá para se livrar definitivamente do estresse, contudo o controle e a administração dele é fundamental. Existem muitas vias para essa administração; práticas de técnicas de relaxamento, esportes e investimento em psicoterapia, contribuem para a capacidade de entender melhor o que se sente, e assim favorece um melhor cuidado dos filhos.

3-BRIGAS E RELAÇÃO CONTURBADA- Manter uma relação saudável com o cônjuge, e outras pessoas importantes na vida, é de vital importância. Agora, uma relação conturbada, pode ser muito prejudicial; é importante que os filhos presenciem gestos de respeito, perdão, cuidado e carinho. O auto controle é fundamental, se ter realmente que realizar discussões mais impactantes, faça isso longe dos filhos. Eles não devem presenciar brigas, pelos pais, pois é típico que se sintam culpados e impotentes, mesmo que eles não tenham nada a ver com o conflito.

4-IMPOSIÇÃO PROFISSIONAL: Desejar que os filhos sigam a mesma profissão, pode demonstrar uma insegurança em relação ao patrimônio adquirido. Contudo, os filhos tem direito de não seguir a profissão dos pais, e isso deve ser respeitado. O incentivo à autonomia e independência, apesar de ser difícil para alguns pais, é fundamental. Assim os filhos são tratados com respeito, e são estimulados a se tornar pessoas confiantes e com iniciativa.

5-NEGLIGÊNCIA ACERCA DA EDUCAÇÃO SEXUAL- Atualmente uma grande porcentagem dos pais não educam seus filhos em relação a sexualidade. Encarregam aos professores, e os professores devolvem a responsabilidade aos pais. E os filhos ficam desorientados, e buscam informações com os amigos, que também pouco sabem, ou na internet e televisão. É um ato de amor conversar com os filhos sobre temas delicados como: medos, sexo e morte, em uma linguagem compreensível por eles. Fortalece-los para assumir responsabilidades como a mesada, por exemplo, que é uma forma de ensiná-los a lidar com dinheiro.

6-ESTIMULAR O SEDENTARISMO- Embora Fast Food cause alegria momentânea nos filhos, bons pais propiciam um estilo de vida saudável e estimulam bons hábitos, como exercícios regulares, higiene e alimentação adequada para seus filhos. Inibir excessos de doces, também é uma atitude de amor. Lembre-se, seu filho não tem a obrigação de saber o que é saudável, mas você tem, e deve garantir a saúde dele não permitindo que ele escolha o que quer comer e quando quer.

7-FALTA DE DIÁLOGO E PUNIÇÃO- Deve-se reforçar positivamente as boas atitudes, e recorrer ao castigo somente quando outros métodos, como conversas, já falharam mais de uma vez.

8-NÃO ACOMPANHAR O DESENVOLVIMENTO ACADÊMICO- Os pais prestam um benefício enorme ao valorizar a curiosidade e a disposição dos filhos para aprender, acompanhando sua aprendizagem escolar. Buscar ouvir os professores regularmente, para saber sobre o andamento escolar dos filhos, é essencial, nem sempre a culpa do fracasso escolar são dos professores, a culpa pode ser na relação dos pais com os filhos, ou com os professores, por isso acompanhe a vida escolar de seus filhos com atenção e zelo.

9-INTOLERÂNCIA E POUCO DESENVOLVIMENTO INTERPESSOAL- Apoio em relação ao desenvolvimento da religiosidade, e a preservação da natureza, o respeito ao outro e ás diferenças é importante para evitar a disseminação de preconceitos e intolerância.

10-DESATENÇÃO À SEGURANÇA E AMIZADES- A segurança é fundamental, o empenho constante para proteger os filhos de situações de risco, e manter-se vigilante quando as suas atitudes e amizades. Busque conhecer com quem seus filhos andam, permitindo que façam trabalhos escolares e encontros na própria casa. 

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

MAIS DE 50 ESTUDOS MOSTRAM QUE ABORTO AUMENTA O RISCO DE CÂNCER DE MAMA


Não são apenas meios religiosos que são contrárias ao aborto. No mundo existem muitas associações contra como, por exemplo, a "Secular Pro Life".
E não só associações, cientistas de todo o mundo, religiosos ou não, também têm o que dizer sobre o tema, e muito.
Em uma pesquisa científica, publicada em 2012, revelou que "o aborto induzido é significativamente associado a um aumento de risco de câncer de mama entre as mulheres". O estudo foi publicado na revista "Cancer Causes & Control" e realizado na China. Neste caso 36 estudos em 14 províncias chinesas, destacando que: 1 aborto induzido aumenta 44% o risco de câncer de mama; 2 abortos 76% e 3 abortos 89%.
Dados omitidos em uma reportagem recente no "Fantástico" em entrevista com uma militante antropóloga que defende o aborto. 
Abaixo se encontram diversos estudos que demonstram o risco na saúde da mulher em realizações do aborto. Dentre elas se encontra o aumento significativo de desenvolvimento do câncer de mama:

1- Em novembro de 2015 um estudo do Imperial College de Lôndres revelou que ser mãe reduz em 20% o risco de contrair enfermidades como o câncer.

2- Em abril de 2015 o American College of Pediatricians advertiu as mulheres com um comunicado oficial afirmando que "o aborto induzido aumenta a probabilidade de uma mulher desenvolver o câncer de mama. Este risco aumenta especialmente para os adolescentes. O College convida todos os trabalhadores sanitários a informar as mulheres sobre riscos conexos ao aborto induzido, dentre os quais o aumento do risco de câncer de mama" .

3- Em novembro de 2014 pesquisadores do Fox Chase Cancer Center de Filadelfia revelaram que a gravidez é uma fonte de proteção contra o câncer de mama. O motivo está nas mudanças genéticas induzidas pelo hormônio gonadotropina corionica (HCG), produzido durante a gravidez. 

4- Em janeiro de 2014 um estudo publicado no Indian Journal of Cancer revelou que as mulheres que realizaram um aborto têm 26 vezes mais probabilidades de desenvolver um câncer de Mama do que as mulheres que nunca abortaram.

5- Em novembro de 2013 aparece uma meta-análise publicada na revista "Cancer Causes & Control".

6- Em 2013 uma pesquisa publicada no “Journal of Dhaka Medical College” analisou mulheres de Bengala, uma região onde o câncer de mama tem uma incidência baixíssima. Os pesquisadores verificaram que o aborto procurado aumenta o risco em 20%.

7- Em novembro de 2012 duas pesquisas chinesas publicadas no Asian Pacific Journal of Cancer revelaram uma correlação entre o risco de câncer de mama, a idade avançada para o nascimento do primeiro filho e a falta de amamentação, o ciclo menstrual breve, o uso de pílulas anticoncepcionais, o fato de nunca ter dado à luz e especialmente a idade pós menor pausa que, infelizmente, quintuplica o risco da temida doença.

8- Em abril de 2012 o doutor Hatem Azim, oncólogo junto ao Jules Bordet Institute de Bruxelas, realizou em um período de 5 anos um estudo aprofundado sobre 333 mulheres, de idade entre 21 e os 48 anos, que ficaram grávidas depois de uma diagnose de câncer de mama e um grupo de controle de 874 mulheres com diagnose de câncer de mama semelhantes, mas que não haviam ficado grávidas. Ficar grávida a qualquer momento depois de uma diagnose de câncer de mama não aumenta o risco de recaída, ainda que a gravidez se verifique durante os primeiros dois anos depois da diagnose. Além do mais os pacientes que começam uma gravidez parecem sobreviver mais tempo do que aquelas que não engravidam.
9- Em agosto de 2011, o docente de biologia e endocrinologia da University of New York, Joel Brind, dentre os maiores especialistas do mundo de câncer de mama, afirmou que o aborto induzido causou pelo menos 300 mil casos de câncer de mama com consequente morte da mulher desde 1973 (ano em que o aborto foi tornado legal nos EUA).

10- No dia 22 de junho de 2010, um estudo conduzido por pesquisadores do Sri Lanka revelou que as mulheres que abortaram tiveram um aumento de risco de câncer de mama com relação àquelas que tiveram bebês. Este estudo epidemiológico confirmou os resultados de três outras pesquisas realizadas nos 14 meses precedentes por parte de equipe dos Estados Unidos, China e Turquia.

11- Em 2009 o docente de biologia e endocrinologia da University of New York, Joel Brind, publicou um estudo chamado "The abortion-breast cancer connection“, com o qual examina o detalhe histórico-científico que mostra a relação entre aborto e câncer de mama. Os especialista sublinha que "apesar de terem sido publicados estudos politicamente corretos para neutralizar os dados que comprovam a ligação entre câncer de mama e aborto, dados ainda mais fortes emergiram nos últimos anos, os quais mostram com clareza a conexão entre aborto e nascimento prematuros nas gravidezes sucessivas, que, ao mesmo tempo, aumentam o risco de câncer de mama nas mães e a paralisia cerebral nas crianças nascidas prematuramente". O pesquisador elenca e aprofunda todos estes estudos científicos.

12- Também em abril de 2009 foi publicado um estudo sobre câncer de mama no peer-reviewed World Journal of Surgical Oncology, no qual se conclui que o aborto induzido aumentou 66% o risco de câncer de mama: "Os nossos resultados sugerem que a idade e a interrupção da gravidez são resultados significativamente associados ao aumento do risco de câncer de mama", concluiu os pesquisadores da Universidade de Istambul.

13- Em abril de 2009 um dos principais organizadores do seminário sobre aborto e câncer de mama dentro do National Cancer Institute em 2003, Louise A. Brinton, tornou-se co-autor de um estudo peer-reviewed no qual admite que a ligação entre aborto e câncer de mama é real, definindo o aborto "um conhecido fator de risco". Destaca também a possibilidade de um repensamento futuro por parte do ente para reconhecer esta ligação. Este novo estudo apareceu na prestigiosa revista especializada Cancer Epidemiology, Biomarkers and Prevention e foi dirigido por Jessica Dolle em colaboração com o grupo Janet Daling do Fred Hutchinson Cancer Research Center di Seattle. Destaca-se um aumento de risco de câncer de mama do 320% em quem usou anticoncepcionais orais com relação a quem nunca usou. O efeito dos fatores de risco mais significativos, dentre os quais o aborto induzido, foram descritos como "coerentes com os efeitos observados precedentemente em estudos de mulheres mais jovens". O doutor Joel Brind, eminente pesquisador sobre o câncer de mama, declarou que "este documento fornece uma claro apoio para a existência do nexo entre aborto e câncer de mama-aborto".

14- Na primavera de 2008 a Dr. Angela Lanfranchi, especialista em câncer de mama e professora clínica assistente de Cirurgia junto à Robert Wood Johnson Medical School, publicou um artigo sobre o argumento para o Journal of American Physicians and Surgeons, no qual escreve que os anticoncepcionais orais e o aborto são fatores de risco para o câncer de mama. No entanto, existe um esforço dos organismos federais e da medicina acadêmica para suprimir estas informações. Sem estas informações, as mulheres não podem fazer uma escolha plenamente informada sobre o método de controle da fertilidade ou sobre o fato de manter uma gravidez não planejada. A ética médica exige que sejam informadas". Em dezembro de 2010 definirá os anticoncepcionais hormonais "umas substância cancerígena do grupo 1". Uma gravidez levada até o fim, escreveu Lanfranchi, oferece proteção contra o câncer porque as glândulas mamárias da mãe estão maduras e mais resistentes aos agentes cancerígenos.

15- No total mais de 50, você pode conferir os outros no site em italiano.

16- Já em 1957 um estudo nacional no Japão publicado em língua inglesa no Japanese Journal of Cancer Research mostrou uma relação positiva entre o aborto induzido e o câncer de mama. Mais precisamente revelou que as mulheres com um câncer de mama desenvolvido tinham uma frequência três vezes mais alta de terem tido gravidez concluídas com um aborto induzido.

É importante destacar que muitos fatores, que desembarcam no aborto, são por conta da gravidez na adolescência, assim os pais devem desempenhar um papel de orientação aos filhos a respeito da sexualidade, pois isso não ocorre significativamente.

Fonte: Thácio Siqueira

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

CONHEÇA A HISTÓRIA DE UMA MÃE QUE DISSE NÃO AO ABORTO!


Em uma faculdade de medicina, certo professor propôs a classe a seguinte situação: 
Baseados nas circunstâncias que vou enumerar, que conselho vocês dariam a esta senhora grávida do quinto filho?
O Marido sofre de sífilis e ela de tuberculose. Seu primeiro filho nasceu cego e o segundo morreu. O terceiro nasceu surdo. O quarto filho é tuberculoso e ela está pensando seriamente em abortar a quinta gravidez. Que caminho aconselham tomar? 
Com base nestes fatos a maioria dos alunos concordou que o aborto seria a melhor saída para ela. O professor então, disse aos alunos:
-Os que disseram sim à ideia do aborto, saibam que acabam de matar o grande compositor Ludwing Van Beethoven. 

Em nossa vida, grandes projetos, excelentes ideias, ás vezes são "abortadas" assim que as pessoas envolvidas se vêem diante de situações difíceis. Tudo, para ser bem feito, leva tempo e exige perseverança, tenacidade e entusiasmo. Não é sempre que a decisão mais cômoda leva a verdadeira realização. Se a mãe de Beethoven tivesse abortado não teríamos a nona sinfonia desse gênio. O aborto sempre leva a sofrimento psíquico, e produzem chagas que a pessoa carrega pelo resto da vida. Não cabe ao psicólogo influenciar a decisão final, mas cabe apontar os grandes riscos que acompanham essa decisão. 

As militantes feministas apontam que "a mulher pode fazer do corpo dela o que bem entender". Se esquecem contudo que o feto, o embrião, em seu útero, não é parte do corpo dela, mas uma outra pessoa em desenvolvimento. Não existe dúvida que a aprovação da prática do aborto causaria mais danos do que solução. 

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

CIENTISTAS DIZEM QUE FUMAR MACONHA DANIFICA O CÉREBRO E PODE LEVAR A DOENÇA MENTAL


Fumar maconha com muita frequência pode causar níveis significativos de danos cerebrais, segundo um novo estudo.
Os pesquisadores descobriram, analisando um tipo específico da erva, que pessoas que consumiram a Cannabis de alta potência (uma versão da planta com maior concentração de THC) constantemente apresentaram fortes sinais de danos ao corpo caloso. Esta área do cérebro é a responsável pela transmissão de sinais entre os lados direito e esquerdo. Tais danos podem levar a doenças mentais e sintomas psicóticos, como alucinações e diminuição da atividade cerebral.
Os pesquisadores dizem que suas descobertas são conclusivas e dizem respeito à Skunk, maconha feita por duas espécies da Cannabis, alterando o teor de THC (tetraidrocanabinol), a substância psicoativa que causa um estado alterado da mente. Os autores demonstram uma “necessidade urgente” de educar a população, as equipes médicas, autoridades e políticos, sobre os riscos da Skunk, que é o tipo de maconha mais popular no Reino Unido, local do estudo.
A Skunk possui altos níveis de um composto chamado delta-9 tetra-hidrocanabinol (THC), com níveis cerca de 20% maiores atualmente do que há dez anos atrás. Isso acontece porque os cultivadores deixaram a erva mais forte para que seus efeitos sejam mais contundentes e perceptíveis. “Nós descobrimos que o uso frequente de Cannabis de alta potência afeta significativamente a estrutura de fibras da matéria branca no cérebro, tendo psicose ou não. Isso reflete uma escala na qual quanto mais Cannabis se fuma e maior sua potência, pior é o dano”, disse a Dra. Paola Dazzan, do Instituto de Psiquiatria do Kings College London, na Inglaterra, uma das autoras da pesquisa. Segundo ela, o dano ao corpo caloso era capaz de tornar o cérebro menos eficiente, diminuindo o fluxo de informações no local.
Os pesquisadores estudaram 56 pacientes que relataram ter um incidente psicótico pela primeira vez e 43 voluntários saudáveis. Os indivíduos saudáveis ​​tinham uma idade média de 27 anos e os pacientes psicóticos, de 29. Metade dos voluntários saudáveis ​​fumavam Cannabis diariamente, em comparação com 70% dos pacientes psicóticos. Os cientistas realizaram uma ressonância magnética no cérebro para avaliar os níveis de danos.
“A lesão da substância branca foi significativamente maior entre os usuários assíduos de maconha ​​de alta potência, do que em usuários ocasionais ou de baixa potência”, relatou o Dr. Tiago Reis Marques, pesquisador sênior do King College London.
Dazzan acrescentou: “Há uma necessidade urgente de educar os profissionais de saúde, o público e os responsáveis ​​políticos sobre os riscos envolvendo o uso de cannabis. É extremamente importante reunir informações sobre quantas vezes e qual o tipo de Cannabis está sendo utilizado. Estes detalhes podem ajudar a quantificar o risco de problemas de saúde mental e aumentar a conscientização sobre o tipo de dano que essas substâncias podem causar ao cérebro”.
A conclusão dos autores na revista Psychological Medicine foi que “A cannabis de alta potência está substituindo preparações à base de plantas tradicionais de cannabis em muitos países, principalmente europeus. Aumentar a consciência sobre os riscos do abuso da cannabis de alta potência parece, portanto, crucial’.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

O QUE ACONTECE QUANDO UM ANIMAL ESTÁ SOB EFEITO DA MACONHA?


Quase todo mundo já fez o uso de algum tipo de drogas, sejam cigarros, álcool, medicamentos, maconha, cocaína, etc, de forma ativa ou passiva.
Contudo, essa não é apenas uma forma de “prazer” humano. Alguns animais também já experimentaram a sensação proporcionada pelas drogas, algumas encontradas por eles na natureza e, no caso dos domésticos, por meio dos donos – algo absolutamente questionável e reprovável e segundo a legislação brasileira, um crime.
Logo, há uma série de vídeos na internet em que são retratadas estas experiências, especialmente as que envolvem maconha. Por se tratar de algo desconhecido pelos animais, a situação pode gerar efeitos leves, ou até mesmo, severos sintomas, pelos efeitos colaterais.
Além disso, há sempre relatos das chamadas “bad trips”, que representam uma sensação ruim por meio do uso de psicoativos, causando agitação, paranoias e ansiedade. Assim como elas afetam os humanos, os animais também estão sujeitos a isso. Os principais sintomas associados aos cães e gatos, são letargia, diminuição no equilibro, salivação, enjoo, bem como respostas extremas a movimentos e ruídos.
Os efeitos, no entanto, podem ser temporários. Em alguns casos, os animais precisam passar por lavagens estomacais, para melhorarem dos sintomas, ou sinais de intoxicação. Salientamos que a prática pode ser considerada crime no Brasil se ficar provado maus-tratos aos animais, o que pode gerar sérios problemas com a Justiça. E conclui-se que não existem fatores favoráveis consideráveis, apenas fatores aversivos pelo organismo dos animais, acerca do uso da maconha.

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

SÍNDROME DO NINHO VAZIO EM UMA VISÃO ANALÍTICO-COMPORTAMENTAL

Essa Síndrome pode atingir mães e pais cujos filhos deixam o lar.

"No dia em que saí de casa minha mãe me disse: Filho vem cá..." Esse trecho da música de Zezé de Camargo e Luciano retrata bem os impactos emocionais que podem ocorrer com a saída dos filhos da casa dos pais.
De uma forma breve, a "síndrome do ninho vazio" é uma condição inserida em um quadro depressivo ao qual os pais, geralmente a mãe, apresenta após a saída do(s) filho(s) de casa, a partir do momento em que eles se tornam independentes, partindo para outra moradia, tendo como resposta um sofrimento relacionado à perda do papel da função dos pais.
O intervalo de tempo da emissão das respostas referente a síndrome do ninho vazio se estende do instante da separação dos filhos, até o estabelecimento de uma nova ordem familiar. Todavia, caso a resposta de tristeza, presente na síndrome, se prolongue, e vier acompanhada por ausência de objetivos, pode transformar-se em depressão. 
No caso das mulheres já maduras pode ocorrer um agravante: a menopausa. Esta, por sua vez, pode fazer com que a mulher se sinta envelhecida, sem função reprodutora, com  auto-estima baixa, a tal ponto que sua imagem refletida no espelho lhe desagrada, resultando em uma mulher emocionalmente abalada.
As contingências estabelecidas através da relação entre pais e filhos, influenciam no modo como a separação é encarada. Essa separação é interpretada como privação de reforçadores. 
Não se trata do uso da razão apenas, pois os pais sabem que naturalmente os filhos crescem, se desenvolvem, e saem de suas casas para formar novas famílias. contudo, são raras as pessoas que estão preparadas para essa "separação". 
A intensidade do sofrimento, pode estar relacionada ao motivo da saída do filho da casa dos pais. Sendo motivos reforçadores, como casamento, saída para ingresso religioso, faculdade ou até mesmo morar sozinho, mas com a participação dos pais, o processo torna-se menos doloroso. Com motivos aversivos, como brigas ou morte, a dor é mais intensa e de maior duração.
Sempre é importante que a mãe preencha seus dias com atividades. Caso não trabalhe, é importante procurar fazer cursos, reforce a companhia dos amigos ou até mesmo procure um trabalho.
De acordo com o psicólogo Michel dos Santos, analista do comportamento e pesquisador dos processos e dinâmicas familiares. é fundamental que o desligamento da casa dos pais ocorra de forma gradativa, e não de uma hora para outra. Assim, os pais começam a se acostumar com a ideia do desvinculamento dos filhos de sua moradia. 
Neste período, a ajuda dos filhos é de extrema importância, sendo que deve haver uma inversão de papéis, com os filhos passando a “consolar” os pais, especialmente a mãe. 
Nesse processo os pais devem procurar adaptar-se à nova situação, e tentar estar perto dos filhos. Combinar encontros com eles de vez em quando. 
Fazer projetos com o(a) parceiro(a) e pensar em aproveitar melhor o espaço da casa. Combinar passeios e viagens e planejar o futuro.
Valorizar a nova independência e investir em cuidados. Investir no tempo livre para fazer ginástica, ou curso de especialização.
Fazer acompanhamento médico, pois como visto, a menopausa pode acarretar em mudanças hormonais potencializando o sentimento de tristeza. 
Agravando-se o quadro para uma depressão, procure um psicólogo. Ele pode indicar o tratamento mais adequado para seu caso.

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