PESQUISAR NO BLOG

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

CONHEÇA A HISTÓRIA DE UMA MÃE QUE DISSE NÃO AO ABORTO!


Em uma faculdade de medicina, certo professor propôs a classe a seguinte situação: 
Baseados nas circunstâncias que vou enumerar, que conselho vocês dariam a esta senhora grávida do quinto filho?
O Marido sofre de sífilis e ela de tuberculose. Seu primeiro filho nasceu cego e o segundo morreu. O terceiro nasceu surdo. O quarto filho é tuberculoso e ela está pensando seriamente em abortar a quinta gravidez. Que caminho aconselham tomar? 
Com base nestes fatos a maioria dos alunos concordou que o aborto seria a melhor saída para ela. O professor então, disse aos alunos:
-Os que disseram sim à ideia do aborto, saibam que acabam de matar o grande compositor Ludwing Van Beethoven. 

Em nossa vida, grandes projetos, excelentes ideias, ás vezes são "abortadas" assim que as pessoas envolvidas se vêem diante de situações difíceis. Tudo, para ser bem feito, leva tempo e exige perseverança, tenacidade e entusiasmo. Não é sempre que a decisão mais cômoda leva a verdadeira realização. Se a mãe de Beethoven tivesse abortado não teríamos a nona sinfonia desse gênio. O aborto sempre leva a sofrimento psíquico, e produzem chagas que a pessoa carrega pelo resto da vida. Não cabe ao psicólogo influenciar a decisão final, mas cabe apontar os grandes riscos que acompanham essa decisão. 

As militantes feministas apontam que "a mulher pode fazer do corpo dela o que bem entender". Se esquecem contudo que o feto, o embrião, em seu útero, não é parte do corpo dela, mas uma outra pessoa em desenvolvimento. Não existe dúvida que a aprovação da prática do aborto causaria mais danos do que solução. 

Um comentário:

  1. Na verdade, acho que existe dúvida sim. É "fácil" para o professor largar essa história de que, após todo mundo dar a opinião, o feto era, na verdade, Ludwig Van Bethoven. O professor poderia, ao invés disso, ter dado outro exemplo e falado: "parabéns, vocês acabaram de matar Adolf Hitler". Exemplos desse tipo têm muito apelo, e ddeveriam ser descartados.
    Sobre a aprovação da prática do aborto, não creio que isso vá causar mais danos. Claro, pode ser que cause, mas pode ser que não. Aborto é uma questão de Saúde Pública e, sendo assim, pode ser utilizada a ótica do SUS para atender essas mulheres, que vão continuar abortando, independente da aprovação ou não, mas com mais segurança e menos mortalidade com a aprovação.
    Desse modo, a prática do psicólogo junto a essa "nova" demanda, seria a de verificar a existência de outras soluções junto a mãe e/ou família, bem como trabalhar aspectos comportamentaia (afinal, tudo na vida é treino) e, se apesar disso, a vontade da mãe for o aborto, que ela seja assistida por uma prática segura que vá prezervar sua vida, na ótica da redução de danos, pois eles vão existir.

    ResponderExcluir

SIGA NOSSO BLOG